América Latina

Quanto vale a vida dos trabalhadores de saúde na Colômbia?

Por Juan Alejandro Echeverri, via PeriferiaPrensa, tradução de Eduardo Pessine, revisão por Flávia Nobre

Médica colombiana segura exame de sangue. Via periferiaprensa.com
Médica colombiana segura exame de sangue. Via periferiaprensa.com

*Ainda que essa investigação tenha sido terminada no dia 8 de abril, e algumas problemáticas já tenham sido resolvidas parcialmente, todas as denúncias são reais e estão documentadas.*

A chefe de epidemiologia a telefonou às duas da madrugada para dizer que não iria à clínica, que ficaria catorze dias em casa. A paciente do quarto 407, com quem teve contato quatro dias atrás, havia testado positivo para a Covid-19. Ordenaram a 81 empregados da Clínica Las Vegas, e à ela – que assim como todas as trabalhadoras da clínica pediu o sigilo de sua identidade para evitar futuras consequências –, isolamento preventivo obrigatório.

A paciente havia chegado na clínica com uma dispneia, termo clínico dado à uma dificuldade respiratória. A análise dos sintomas bastava para acionar os alarmes e optar por um isolamento de tipo N95, um dos mais drásticos em matéria sanitária. O primeiro teste feito apontou para a Covid-16, e a auxiliar assegura que os médico lhe disseram que “era um primo do coronavírus, que não aconteceria nada”. Decidiram a retirar do isolamento N95, e as enfermeiras seguiram o tratamento com equipamento que normalmente usam: máscara convencional, luvas e roupas descartáveis, que cobrem apenas três quartos do corpo.

A Secretaria de Saúde local, autoridade que supervisiona todas as clínicas e hospitais da região, visitou a clínica no sábado, dia 21 de março, para informar que a paciente havia testado positivo após uma segunda prova. Os representantes da secretaria também fizeram uma advertência aos administradores da clínica, ao notarem que o pessoal não utilizava os equipamentos de segurança recomendados. Se não fosse pela visita da secretaria e a advertência, não teriam fornecido o traje de isolamento que há dias a Sintrasass, o sindicato da clínica, solicitava e que era negado pelo diretor médico, argumentando que isso significaria um aumento no custo dos serviços que a clínica, supostamente, não tinha capacidade de assumir.

Os trabalhadoras médicas, e em especial as enfermeiras, são a primeira linha de contágio no que muitos países têm denominado como uma guerra contra o vírus. Se o sistema de saúde tivesse forma de pirâmide, elas e eles estariam na base, sustentando todo o restante. Ainda que sejam um elo fundamental, os que mais se arriscam, os que curam, e os que mais tempo passam no campo de batalha, são também os mais desprotegidos e os que têm mais razão de estarem angustiados.

As cifras que chegam do exterior assustam: tanto na Itália quanto na Espanha são mais de 5.000 trabalhadores de saúde contaminados pelo coronavírus. Ainda que a Colômbia tenha entrado recentemente na fase expansiva da pandemia, nas atuais condições, após algumas semanas, o país poderia igualar e superar essas cifras devido à precariedade generalizada em todo o setor da saúde e a falta de prevenção em clínicas e hospitais.

Tanto o país quanto seu sistema de saúde, Fresenius, conhecedores do caso espanhol e alemão, além de contarem com capital administrativo e financeiro, tiveram tempo e recursos para elaborar protocolos de prevenção, mas é difícil mitigar o contágio a tempo se limitam os recursos para implementá-los, como acontece na Clínica Medellín, na Las Vegas e na del Prado, três clínicas privadas da cidade de Medellín que foram compradas no ano passado pela empresa espanhola Quirónsalud, que por sua vez é uma filial da multinacional alemã Fresenius, uma das maiores do mundo no setor da saúde.

O novo dono das clínicas Las Vegas, del Prado, e Medellín lidera mundialmente a comercialização de produtos e máquinas para tratamento de pacientes com falência renal. Sua rede de mais de 4.000 clínicas na América do Norte, Europa, América Latina, Ásia e África, faz o tratamento de hemodiálise para mais de 345.000 pacientes em todo o planeta. Fresenius é a maior operadora de hospitais privados da Europa, controla cerca de 10% do setor. No total, a Fresenius registrou mais de 35 bilhões de euros em vendas e 4,5 bilhões de lucro em 2019. A multinacional se vangloria de prestar um serviço de qualidade e oferecer ótimas condições de trabalho aos mais de 300.000 empregados em todo o mundo.

No caso da Las Vegas, cujo balanço financeiro registrou lucros na casa dos 2 bilhões de pesos em 2018, não há apenas o medo de contagiar a si mesmo, seus filhos e pessoas próximas, mas também um desgosto em relação ao comportamento da clínica. Desde que a epidemiologista telefonou para a auxiliar, que já estava a cinco dias em quarentena quando se realizou essa reportagem, a clínica não havia a contatado para perguntar sobre seu estado de saúde e tampouco ofereceram um teste. Além disso, o afastamento não foi registrado como um acidente de trabalho, cuja totalidade dos custos deveriam ser assumidos pela empresa, e por isso, uma parte terá de ser arcada por conta própria.

Ao processarem o afastamento da equipe isolada na figura de incapacidade por “doença geral”, e não de “doença de trabalho”, como devia ser neste caso, o procedimento da clínica vai contra o artigo 4 da lei 1562 de 2012, que define a “doença de trabalho” como aquela que se contrai produto da “exposição a fatores de risco inerentes à atividade laboral ou do meio em que o trabalhador se viu obrigado a trabalhar”. Além do mais, a Clínica Las Vegas ignora o que foi expresso pelo Ministério da Saúde e Proteção Social e pela Ministério do Trabalho, que em um documento conjunto emitido em março, exigem dos empregadores o registro como acidente de trabalho a exposição ao vírus.

Todas as mulheres entrevistadas para esta reportagem estão conscientes de que o pior ainda está por vir. “Todos estamos muito tensos”, assegura uma trabalhadora da área administrativa, preocupada com o fato de clínica ter fornecido apenas máscaras, mas não luvas. Também conta que a clínica está treinando as enfermeiras de radiologia e de cirurgia para que reforcem as UTIs caso seja necessário: “Hoje uma enfermeira estava me dizendo: eu não me sinto capacitada para atender um paciente dessa forma, nessas condições. Isso não se aprende da noite para o dia”.

Uma das trabalhadoras da Las Vegas disse que “reconhecem que somos um risco para família, somos uma fonte de contaminação”. Por isso ela e outras colegas decidiram mudar de domicílio durante essa situação. “Meu filho mais velho tem a consciência de que estou cuidando dele. Mas minha filha mais nova não, e nesse momento ela só sente a angústia do vazio”, assegura. Enquanto na Espanha os trabalhadores da Frenesius têm acesso a hotéis, na Colômbia a empresa não fornece essa opção. Ela, por sorte, conta com o apoio emocional e econômico de sua família, mas para algumas de suas colegas, que são donas de casa e sustentam a família, seus salários não são suficientes para arcar com os custos que implica tal decisão:

“Nem todo mundo tem as mesmas garantias. Como que podem dar o mesmo a um chefe que ganha 5 milhões de pesos (cerca de 6.500 reais), a nós que ganhamos dois milhões (cerca de 2.500 reais). Agora temos que pensar como, quando e o que iremos comer, sem deixar de lado as obrigações que já temos, pagar as contas da casa, fazer as compras, como vou fazer para assumir todos os gastos ao mesmo tempo? É algo que não tínhamos previsto”.

A angústia na Clínica Las Vegas é tanta que muitos empregados têm optado por comprar toucas e máscaras por conta própria, outros pediram demissão porque sentem que a clínica não fornece a proteção necessária, e uma das trabalhadoras responsáveis pela limpeza foi vista vomitando devido a ansiedade causada pela possibilidade de contaminar um de seus filhos pequenos.

Não há justificativa para falta de protocolos e medidas de prevenção. Um mês antes de se confirmar o primeiro caso na Colômbia, no dia 31 de janeiro, o Ministério da Saúde e Proteção Social emitiu normas e garantiu a disponibilidade de insumos para o controle de infecções respiratórias agudas e o fornecimento aos trabalhadores da saúde os equipamentos de proteção individual necessários: máscaras, botas, luvas, entre outros. E um dia antes da emissão dessa nota, o Ministério emitiu um manual de biossegurança que especifica com maior precisão os equipamentos de proteção individual, os quais, para além dos já mencionados, devem compreender “proteção ocular integral e proteção facial completa, roupas impermeáveis de mangas longas (caso a roupa não seja impermeável e se prevê que haja contato com sangue ou outros fluídos corporais, incluir um avental de plástico)”.

Até o momento chegaram seis contagiados na Las Vegas. Entre os auxiliares e a equipe de limpeza também é evidente o temor, pois, apesar de fazerem a movimentação dos contaminados e limparem onde passam e permanecem, não lhes foram fornecidas máscaras nem equipamentos de proteção. A clínica, até agora, multiplica os riscos, pois, ao fim e ao cabo, como relata uma das entrevistadas, são elas que estão em permanente contato com os pacientes contaminados, “o médico [só] vai cinco minutos pela manhã”.

***

“Eu queria cair de cabeça no hipoclorito. Ontem cheguei com olhos irritados, de lavar o cabelo com hipoclorito. Agora chegamos [em casa] e não cumprimentamos, falamos: sai de perto para eu entrar sozinha”. O testemunho de Liliana Ruiz, que trabalha há 25 anos na Clínica Medellín, dá conta das implicações físicas e emocionais da Covid-19 entre a equipe médica e de enfermagem.

Até a realização desta reportagem, só havia chego um suspeito de portar o vírus na Clínica Medellín, o “bicho”, como elas chamam. Entretanto, o medo já se espalhou por grande parte da equipe, e os obrigou, segundo Liliana, a solicitar ajuda psicológica da empresa, algo que a clínica não havia oferecido até então. “Estamos muito tristes, angustiadas. Pensamos em nossas famílias. É uma situação muito dura para todas. Ontem haviam colegas desequilibradas, nem elas trabalharam, nem nós trabalhamos por causa da angústia que sentiam.”

Liliana também optou por isolar-se voluntariamente de sua família. Na sua casa só ficaram ela e seu filho, com quem procura manter a maior distância possível, evita comprimentá-lo com um beijo como costumava fazer ao chegar do trabalho e não vêem mais televisão juntos para evitar o contágio. Sua mãe, sua filha e sua neta foram morar temporariamente na casa de seus tios. “A dor – disse Liliana – aumentou na semana passada. E chorei, porque ter que levar as compras para minha mãe até a garagem ou o primeiro andar, e deixar as coisas ali, sem poder vê-la senão por uma janela, isso é muito difícil, é muito duro”.

O quadro clínico do sistema de saúde colombiano pouco a pouco deixa claro a vulnerabilidade em que se encontra a população em geral, e os profissionais de saúde em particular. Uma vez que foi aprovada a Lei 100 de 1993, o acesso à saúde deixou de ser um direito e passou a ser um ramo de negócios que grupos financeiros e empresas privadas aproveitam para ganhar dinheiro. A administração da saúde na Colômbia, assegura German Enrique Reyes, ex-parlamentar e presidente da Associação Médica de Antioquia (ASMEDAS, em espanhol), “se baseia em um conceito que se chamam administração gerenciada: muitos auditores; já os diretores não são chamados de diretores, mas de gerentes, são empresas”.

O problema desse sistema, afirma Reyes, se chama EPS (Entidade Promotora de Saúde), entes privados que servem de intermediários entre a doença e a cura. O procedimento é muito mais complexo, e especialmente burocrático, mas basicamente consiste em um dinheiro enviado pelo Estado para as EPS para que atendam os colombianos, e elas por sua vez contratam clínicas e hospitais, sejam públicos ou privados, ou qualquer outra Instituição Prestadora de Saúde (IPS), para que façam exames de sangue, radiografias, atendimento odontológico, ou qualquer outro serviço. Em outras palavras, o Estado, como em muitos outros países, deixou nas mãos de empresas privadas a saúde dos colombianos. O problema é que o Estado não envia a totalidade do dinheiro e tampouco o envia a tempo; as EPS ficam com cerca de 35% dos recursos que são enviados, para além de outras parcelas indevidas através da superfaturação de contratos. Apesar da criação da Administração de Recursos do Sistema Geral de Segurança Social de Saúde (ADRES), encarregada de garantir e controlar o fluxo de recursos, as EPS e IPS (como as clínicas da Fresenius) aproveitam a oferta e demanda para especularem com os preços dos medicamentos e procedimentos médicos.

“O problema é que a saúde se tornou um negócio financeiro, e quando são negócios as empresas de saúde não irão gastar em coisas que não darão lucros”, explica Carlos Julio Díaz, que foi presidente regional da Central Única de Trabalhadores (CUT) de Antioquia e diretor da Escola Nacional Sindical, uma ONG que estuda o mundo do trabalho. “O mercado se fundamenta em só manter gastos se contribuem para a geração de lucros. Ninguém mantém gastos para não gerar lucros. Eu faço publicidade, mas esse gasto está associado a uma receita. Existem atividades que não geram receita, a saúde desse ponto de vista é um gasto, um gasto que preveniria que muita gente ficasse doente”.

Devido a esse tipo de funcionamento, o país, em teoria, tem maior cobertura, mas um atendimento de menor qualidade. A rede pública está em frangalhos, e as condições de trabalho da equipe médica são cada vez mais precárias. Germán Reyes de Asmedas assegura que nem a rede pública nem a rede privada estão em capacidade de enfrentar um cenário de crise. A Colômbia atualmente conta com 5.300 leitos de UTI – com uma ocupação de 85% – do quais poucos são equipadas com respiradores mecânicos. Também existe falta de profissionais: a OMS, por exemplo, sugere que o país deveria ter cinco médicos para cada mil habitantes, e no caso colombiano a cifra é de 1,7 médicos para cada mil habitantes.

O país tem deficiências estruturais e, segundo Reyes, os responsáveis por tomar medidas para enfrentar a situação não contam com as aptidões necessárias. “Eles não sabem disso. São burocratas, muito perfumados, mas que não sabem o que é uma emergência sanitária. Nunca pisaram nem conhecem um serviço de urgência. Nunca falaram com os médicos, nem com os trabalhadores que estão nos serviços de urgência para saber como enfrentar uma emergência”. Reyes alega que as medidas do Ministério da Saúde, e por consequência, das secretarias locais, são tardias. O que propõe é o decreto de “uma norma urgêncnte expressa, que permite ao funcionário dispor de recursos para comprar insumos. Mas da forma que estão as coisas, para comprar uma luva são necessários vinte auditores, assim é impossível manejar uma emergência”.

A ineficiência governamental põe em risco os cidadãos, e a negligência das empresas põe em risco os trabalhadores da saúde. Liliana, que teve contato com o único caso suspeito que chegou à Clínica Medellín, assegura que os planos de contingência foram improvisados, e Claudia Irene López, outra empregada da clínica e presidente da organização sindical Sintraclínicas, expressa que a empresa, apesar das exigências do sindicato, demorou muito para fornecer a proteção adequada.

Outra situação que preocupa Claudia é o estado de vulnerabilidade em que se encontram as trabalhadoras grávidas e os trabalhadores imunossuprimidos, aqueles que combatem certas doenças com medicamentos que baixam as defesas do sistema imunológico. O sindicato, segundo Claudia, enviou uma carta aos diretores manifestando a preocupação, mas até o momento, “não tomaram nenhuma medida a esse respeito”.

***

“Estamos inconformados porque não temos elementos de segurança com os quais trabalhar”, manifesta uma das trabalhadoras da Clínica del Prado, que pediu para não ter seu nome revelado. O problema é que, até poucos dias atrás, a clínica apenas fornecia uma máscara cirúrgica, cuja vida útil é de 6 horas, para trabalhar turnos de até 12 horas. Agora a clínica está fornecendo as máscaras N95 recomendadas, mas com a advertência de que serão fornecidas mensalmente, apesar de sua vida útil ser de 8 horas de uso contínuo.

Mas a preocupação não termina aí. A quarentena, segundo as trabalhadoras das três clínicas, tem tornado a mobilidade uma grande dor de cabeça. Com a redução do transporte público tem se multiplicado as aglomerações no metrô, que em épocas normais é o principal meio de transporte. Para não chegarem atrasadas ao trabalho e evitar as horas mais tardias, quando a cidade está escura e deserta, muitas recorrem ao táxi, o que representa um gasto significativo que tampouco planejaram.

Como acontece nas Clínica Las Vegas e Medellín, na del Prado também há um temor entre a equipe. As informações, segundo uma das trabalhadoras, não têm sido transmitidas com clareza. Para além do ruído de informações, que são recebidos via Whatsapp, que escutam nos noticiários e dos vizinhos, também preocupa os funcionários das três clínicas o fato de que precisam lavar suas roupas de trabalho em casa. As trabalhadoras se locomovem pela cidade levando em suas bolsas um foco de contágio porque a falta de recursos, segundo os administradores, impede que as clínicas se encarreguem da lavagem.

As entrevistadas esperam que o reconhecimento não apenas se resuma a aplausos, mas também reivindicam que as clínicas as forneça todos os equipamentos de proteção, e que todos estes, seja o uniforme, as máscaras ou as luvas, sejam desinfetados e lavados na própria clínica; pedem coordenação entre as autoridade locais e as clínicas para garantir sua mobilidade quando há falta de transporte público, e que sejam as clínicas que assumam esses gastos; exigem a adaptação de espaços dentro dos ambientes de trabalho para que a equipe possa tomar banho, se trocar e descansar caso necessário, e propõem criar um comitê integrado por dois trabalhadores e dois membros de cada clínica para avaliar as medidas de proteção a serem implementadas.

Além disso, para Lenis González, trabalhadora da Clínica del Prado, é prioritário que a instituição aumente o pagamento das horas noturnas, pois em outras instituições, disse ela, se paga o dobro do que estão recebendo.

Os efeitos da pandemia na Colômbia estão começando, e por enquanto, o que mais temos são perguntas: não são os profissionais médicos que requerem mais atenção e cuidado nesse momento? As matrizes da Fesenius e da Quirónsalud conhecem as condições em que trabalham seus empregados na Colômbia? Aprenderam com as experiências italiana e espanhola, ou suas clínicas colombianas cometerão os mesmos erros? Suas capacidades econômicas e logísticas ajudarão a mitigar os efeitos, ou irão se proteger atrás dos problemas estruturais do sistema de saúde?

Qualquer um poderia esperar, e exigir, que uma multinacional com a estatura financeira e a experiência da Fresenius dê exemplo em relação a atenção e prevenção requeridas nesse momento. No entanto, sua atuação negligente aprofunda as carências do sistema de saúde colombiano. Quaisquer medidas ou fundos deixados de lado para se prevenir cenários futuros podem ser fatais, o que não precisa ser dito por um especialista. Uma das trabalhadoras da Las Vegas se pergunta se o que querem é “que todas nos contagiemos para que economizem alguns pesos nesse momento tão duro que estamos passando”.

As visões expressas neste artigo pertencem ao(s) autor(es) e não necessariamente refletem a linha editorial do portal Nova Margem.

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